PROJETO: CONTANDO OUTROS CONTOS

Aidéia deste blog é divulgar as produções dos alunos do 9o A, expor excertos dos textos, sugerir leituras e dar oportunidade da comunidade escolar acompanhar nosso trabalho. Ao longo da unidade 1 do livro de Língua Portuguesa “Todos os textos”, estudamos o gênero conto e suas diferentes variedades: conto maravilhoso, conto detetivesco (estudado em 2009), conto de mistério, conto fantástico, entre outros. Na página 19, há o início de três contos brasileiros e aqui colocamos a continuidade dessas narrativas feita pelos alunos. Neste espaço vamos deixar também sugestão de leitura sobre conto e outros gêneros. - Histórias de detetive Conan Doyle, Edgard Allan Poe, Jerônimo Monteiro.... (sugestão de todos, afinal foi leitura obrigatória em 2009) - O morro dos ventos uivantes – (sugestão da Helena) - Tremendo de coragem e Uma Janela no espelho do autor Sérgio Klein; A Droga da obediência de Pedro Bandeira (sugestões da Giulia) - O grande livro de Histórias de fantasmas organizado por Richard Dalby (sugestão da Yasmina). Agradecemos todo apoio do monitor Wilson Limas. Sem a ajuda desse profissional, a confecção do blog não seria possível. Professora Daniella e sua turma do 9o A.

quinta 18 fevereiro 2010 13:53


A GATINHA BOMBOM

Olhava fixamente para ele, não piscava, nem se mexia, a respiração era curta e rápida. A gata estava no sofá, onde era possível ver tudo e todos. Ela se fixava no ratinho. Ele não se mexia, não respirava e nem pensava. A gata Bombom, de repente se preparava para pular , ela se encolheu toda como uma mola, saiu correndo atrás do ratinho. Ele saiu obviamente na outra direção, passando pelo escritório, pelos quartos, acordando os que estavam dormindo, entrando no banho dos outros, subindo e descendo escadas, assustando todos pela casa. A gata parou e pensou, com isso ela se escondeu e esperou até que ele chegasse muito perto. Ela não se importava quanto tempo demorasse, depois de cinco minutos o ratinho apareceu novamente, nisso ela se encolheu e atirou-se em direção ao ratinho. Desta vez, ele não tinha para onde fugir. Ela o pegou, o jogava como se fosse uma bolinha, o puxava e o mordia, mas logo percebeu que havia alguma coisa de diferente, talvez o gosto, talvez a aparência, não sei. De repente, ela sente uma mão nela. Ela tentou correr, mas não deu tempo. A mão pesada a segurou com firmeza. Agora ela já sabia o que estava acontecendo, a mão a soltou, mas ela olhou e não gostou de onde estava, dentro de uma gaiola. Ela sabia que iria para o veterinário. Não queria, mas para sua surpresa havia um ratinho, o mesmo que estava dentro de casa. Então ela pensou: ''Já que você me fez ficar aqui dentro, agora irá sofrer''. Stephanie Dehn - 9ºA

sexta 19 fevereiro 2010 07:34


O PROJETO SECRETO

 Ouvi primeiro o ruído de cascos pisando a grama, mas continuei deitado de bruços na esteira que havia estendido ao lado da barraca. Senti nitidamente o cheiro acre muito próximo. Virei-me devagar, abri os olhos. O cavalo erguia-se interminável à minha frente. Em cima dele havia uma espingarda apontada para mim e atrás da espingarda um velinho de chapéu de palha, que disse logo o seguinte : O que você está fazendo em meu terreno? - disse o velho muito nervoso. Eu respondi para ele que estava apenas acampando. Qual é seu nome? - disse o caipira comedor de terra. Eu sou Anton Eza, biólogo internacional de pesquisas secretas – e também perguntei seu nome, mas ele não me respondeu. Ele me convidou para ir até sua casa, aparentemente normal, mas por dentro... A casa era enorme, sofisticada e com muita tecnologia. E então ele me disse : Eu trabalhei com seu pai, em um projeto secreto. Mesmo eu sabendo qual era o projeto secreto, eu perguntei curioso : Qual era o projeto? Ele me disse que não podia falar, mas eu implorei e ele me contou. Achei muito interessante, pois o projeto que eu pensava que era nem existia. Fiquei triste, pois o projeto que meu pai me contou era uma farsa. Ele me expulsou de sua casa.

Stephan Somers

9A

sexta 19 fevereiro 2010 07:38


O VELHO LOUCO

Ouvi primeiro o ruído de cascos pisando a grama,mas continuei deitado de bruços na esteira q havia estendido ao lado da barraca.Senti nitidamente o cheiro acre muito próximo.Virei-me devagar,abri os olhos.O cavalo erguia-se internável à minha frente.Em cima dele haviauma espingarda apontada para mim e atràs da espingarda um velhinho de chapéu de palha,que disse logo o seguinte. -Essa é a minha barraca. Você robou-a -disse o velho com a espingarda. Mas essa era a minha barraca, ele deu um tiro para cima. Sai correndo,ele foi com o cavalo atas de mim,Ate q uma hora ele sumiu e voltei para barraca. quando estava voltando, ele me viu e atirou para o chão,e o cavalo se assustou. Voltei a barraca e dormi. No outro dia apareceu o velho de novo pedindo desculpa,dizendo que a barraca era igual a dele. Mas eu não acreditei,ontem ele correu atras de mim e ele diz q a barraca não é dele e comecei a bate boca com ele. Então ele foi embora e percebi que ele era um homem bom,fui procurar a casa dele para pedir desculpa. Achei a casa dele e pedi desculpa,ele deixou eu me hospedar na casa dele ate o dia que eu for embora. Ele era um homem bom,e ficávamos pensando porque brigamos. Nós ficamos muito amigos. Então tive que ir embora e convidei ele para um dia ele vir em casa. Ele veio e fomos em vários lugar e toda vez que fosso na cidade dele e ele vir aqui na minha cidade,eu ficaria na casa dele e ela ficaria na minha casa. Lukas Christoph Frick 9ºA Profº:Daniella

sexta 19 fevereiro 2010 07:43


O FAZENDEIRO MALUCO

Ouvi primeiro o ruido de cascos pisandona grama,mas continuei deitado de bruços na esteira que havia estendido ao lado da barraca. Senti nitidamente o cheiro acre muito proximo. Virei-me devagar ,abri os olhos .O cavalo erguia-se interminavel à minha frente.Em cima dele havia uma espingarda apontada para mime atrás da espingarda um velinho de chapeu de palha ,que disse logo o seguinte: -Ocê veio roba as minha cenora é muleke!!! Então eu dei uma risadinha e disse que ele estava totalmente enganado,expliquei que estava jogando bola com o meu irmão e ele deu um chute com muita força na bola que ela foi parar em sua fazenda e que eu apenas fui até a fazenda dele para pegar a minha bola de futebol. Ele olhou para mim e deu uma gargalhada maligna,essa gargalhada subiu pela minha espinha com um medo imenso,eu não conseguia falar e nem menos correr ,ele disse que eu estava mentindo,então mirou a arma para mim e quando foi atirar em mim,eu acordei,tinha sido acordado pela minha mãe eu abri os olhos olhei para ela e e disse: -obrigado!

Bruno Rossetto

segunda 22 fevereiro 2010 09:08


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